Série em tranches " Monarch: Legacy of Monsters"
Tal como prometido, vou deixar no blog as minhas impressões sobre a ultima série que vi, e parte integrante do já denominado "Monsterverse", "Monarch: Legacy of Monsters".

Série da AppleTV+, lançada em 2023, tem como objectivo colocar algum contexto nos filmes "Monterverse", vulgo títulos com a presença de Godzilla, King Kong e outros MUTO "Massive Unidentified Terrestrial Organism".
Desde o filme original de 2014 (não confundir com a versão de 1998) que tomámos conhecimento de uma obscura e ambígua organização denominada Monarch, que monitoriza e tenta estudar os MUTO como o Godzilla, como forma de conhecimento e de futura contenção. Ao ver "Monarch: Legacy of Monsters" conseguimos acompanhar a origem da mesma organização, conhecer os seus fundadores e obter algumas ligações com os filmes.
Comparando com outras séries, consigo identificar por exemplo "Agents of Shield", que contava o dia-a-dia dos agentes no terreno, fornecendo ligações aos filmes da Marvel, e a série "Agent Carter", que explica o aparecimento da SHIELD e os seus fundadores.
"Monarch: Legacy of Monsters" acaba por ser uma série sobre monstros sem os mostrar, já que é passada em dois espaços temporais distintos (pós-2ª Guerra Mundial e pós-G Day - acontecimentos do filme de 2014) mas onde o prato principal são novas personagens que fundaram a Monarch, e o legado que deixaram para os filhos e netos, a tal "legacy" do titulo.
Gostei muito da série, já tinha revisto recentemente os filmes, algo que recomendo para quem vai agora iniciar "Monarch: Legacy of Monsters", tem vários elementos que adoro, desde todo o carisma da década de 40/50, a guerra fria, a ameaça atómica, a clara influência de Julio Verne e a sua obra "Viagem ao Centro da Terra", o secretismo da Monarch e as influência da DHARMA (da série "Lost"), e até algumas referências às séries "Stranger Things" ou "The Last of Us". Adivinham o quê?
Quanto ao elenco fiquei bastante agradado, adorei a dupla pai/filho Kurt/Wyatt Russel a trabalharem juntos em planos temporais distintos, melhor era impossível, a super-exótica Mari Yamamoto, o promissor Ren Watabe, Elisa Lasowski num papel totalmente diferente ao de "Versailles" e Mirelly Taylor da já referenciada série "Lost"!
Resumindo, uma excelente série dentro do género, a primeira temporada deixou um final aberto, tal como indiquei estes episódios estão a ser introduzidos cronologicamente entre acontecimentos passados nos filmes (adorei a referência à Apex Cybernetics ou Applied Experimental Technologies ou AET), por isso espero que a segunda temporada coloque os eventos do filme de 2019.
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