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A mostrar mensagens de novembro, 2018

Cinema em tranches " Die Hard" saga

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Por coincidência, ao fazer "zapping", tropecei num dos filmes da saga "Die Hard", uma das mais consistentes marcas de Hollywood, e agora que foi anunciada a produção do sexto filme da série, meti mãos à obra, e em pequenas tranches, comecei a rever todos os filmes!!      Estamos em 1988...ok, não existem milagres, este filme épico realizado por John McTiernan (um dos meus preferidos, desde "Predator", "Hunt for the Red October" ou "Basic") está carregadinho de marcas do tempo, desde o exagerado uso de cigarros, o vernáculo, a nudez gratuita, e aquele efeito especial tão em voga na década de 80, onde as balas nunca acabavam, e as marcas publicitavam os seus produtos sem qualquer tentativa de disfarce. Tudo o resto no filme é ouro..Bruce Willis é John McClane, é um papel que acaba por servir como uma luva, e ainda com cabelo, vai lutar contra um dos melhores vilões de sempre, o malogrado Alan Rickman, que é fantástico no papel de Hans Gru...

Novo treinador do Sporting

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Por muito que goste do perfil do novo treinador do Sporting, Marcel Keizer, a minha primeira sensação é ele ser uma personagem do filme "The Usual Suspects"...    

Cinema em tranches " Charlie Wilson's War"

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Mais um filme sobre guerra/espionagem, em poucas tranches, terminei este "Charlie Wilson's War", de 2007...e o balanço foi claramente positivo.     Se existem filmes que gosto de ver, são os baseados em factos reais...e quando acontecem no mundo da espionagem ou da guerra, ainda têm tendência para ser melhores! Realizado pelo brilhante Mike Nichols ("The Remains of the Day" ou "The Graduate"), é um filme com "pedigree", durante todo o enredo conseguimos perceber a mão firme do realizador sobre o fantástico elenco, fiquei com essa noção e nem sabia quem era o realizador.   Quanto ao tema, conta a história de um político meio-alternativo americano, representado por Tom Hanks, que em plena Guerra Fria, tenta convencer meia América a ajudar o Afeganistão a derrotar a URSS ocupante. Para tal conta com Julia Roberts, no papel de uma civil de direita ultra-religiosa, o saudoso Philip Seymour Hoffman, em grande no papel de um frustrado agente da CIA,...

A crise anunciada do Benfica

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Com a derrota inesperada dos encarnados face ao Moreirense, por 1-3, instalou-se um cenário de crise no clube, apoiada pela contestação dos adeptos, figuras conhecidas  e uma panóplia de meios comunicação que pedem sangue...e audiências. Quem será o elo mais fraco?     Depois da chicotada psicológica no Sporting, e a saída prematura de Peseiro, ouvi e li muitos benfiquistas a criticarem essa mesma opção, que um cenário de instabilidade é sempre mais negativo que a aposta na continuidade, especialmente na primeira metade da época...por incrível que pareça, são os mesmo que agora pedem a cabeça do treinador do Benfica. Nunca fui um adepto incondicional de Rui Vitória...é o típico treinador consistente, conservador, é um bom piloto de Fórmula 1, mas que só vence se conduzir o carro mais afinado, mais rápido. É um Prost ou um Lauda, não é um Senna ou um Shumacher. Ora neste momento, e mantendo a metáfora das corridas, o Benfica não tem a "pole-position", e não temos piloto para ...

Cinema em tranches " Cold Skin"

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Fiz uma pequena pausa no tema "espionagem" para espreitar este relativamente desconhecido "Cold Skin", de 2017...e fiquei bastante supreendido com o resultado final!   Não posso entrar muito no enredo do filme, sem libertar alguns "spoilers"...e ainda correria o risco de minimizar a obra,já que poderá ser facilmente confundido com uma película série "B"...o que não é o caso. Estamos no inicio do século XX, numa ilha praticamente deserta no oceano Antárctico...um oficial do clima viaja para estudar os ventos, e apenas tem a companhia de um velho faroleiro.   O realizador é Xavier Gens, mais conhecido por "Hitman", e consegue captar na perfeição a obra literária de Albert Sánchez Piñol, um livro que não fala tanto de monstros e seres estranhos, mas mais da génese humana, da guerra, e do monstro que vive dentro de nós.   Quanto ao elenco, muito curto, o que torna o filme mais familiar e claustrofóbico, destaco Ray Stevenson (de "Thor...