«O tempo da outra senhora»
Felizmente nasci em 1975, não passei pelo regime ou pelo Estado Novo como os meus pais, tios, sogros e avós...mas pelo que se passou ontem, fiquei com uma imagem bastante fidedigna desse tempos...
Mas está tudo doido? Primeiro vai o povinho todo chorar pela queda do Passo Coelho, parecia a Coreia do Norte quando morreu o Grande Líder, andaram 4 anos a atacar o Coelho, e depois vão chorar para as varandas, só faltaram os cravos...
E agora vem este "Pedro Arroja" com estas declarações?! Ontem Portugal entrou numa máquina do tempo e voltámos ao Estado Novo? Está tudo bem?
"Repare, aquelas esganiçadas, sempre contra alguém ou contra alguma coisa", qualificou.
Como se não estivesse a ser "ouvido", Arroja disparou: "Aqui entre nós que ninguém nos ouve, eu não queria nenhuma daquelas mulheres - já tenho pensado - eu não queria nenhuma daquelas mulheres, nem dada. Nem dada! Porquê? Porque eu não conseguiria com elas, com uma delas, com uma mulher assim, construir uma comunidade, uma família. Elas estão sempre contra alguém ou contra alguma coisa. E lá em casa só havia dois tipos de pessoas, ou os filhos, ou o marido. O mais provável é que elas se pusessem contra o marido. Todas as noites, todos os dias, durante o dia no Parlamento, à noite com o marido: 'Porque tu é que tens a culpa disto!'. Com o tempo ia-me pôr fora de casa... e eu saía! E eu saía! E estou a imaginar o sentimento de alívio que sentiria nesse dia. 'Estou livre! Estou livre dela!'"
Considerando que o Bloco de Esquerda "é especialista nas causas fracturantes", Pedro Arroja assume o tom crítico: "Mas fractura o quê? Fractura a comunidade. Divide. O aborto, o casamento gay, a adopção de casais homossexuais... divide!"
O discurso está muito...não sei bem o quê.Já me chamaram de muitas coisas, irónico foi a ultima, mas eu à beira do Professor Pedro Arroja sou um menino...não consigo comentar mais estas declarações, vejam pf o vídeo que segue abaixo.
Eu também não o queria, nem dado!
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